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3 soluções para evitar cair em um calote com o seu crédito | CONSUMER EROSKI. Diante de uma situação de risco de inadimplência, a opção mais conveniente é ir ao banco e tentar renegociar uma nova forma de reembolso

Para evitar cair em um calote com um empréstimo existem diversas soluções. Cada uma destas alternativas está pensada para uma situação distintita.


1. Solicitar uma falta para ter um tempo de descanso


A primeira é solicitar uma falta, ou seja, não pagar uma parte ou a totalidade da mensalidade durante um ou mais meses, conforme acordado com a entidade. Esta opção é ideal para quando você passa por uma crise económica pontual como imprevistos ou meses onde a despesa aumenta. Assim, pode-se contar com um ou vários meses de não pagar a quota do crédito ou pagar uma mais baixa até equilibrar novamente a economia pessoal. Para poder ter acesso a ela deve planejar com antecedência e solicitá-lo à entidade.


As desvantagens desta alternativa é que os juros do crédito continuarão gerando-se durante o tempo de carência, por isso deve ser usado apenas em momentos de necessidade real para assim evitar o pagamento de mais.


2. Prorrogar o crédito para ter uma taxa mais baixa


A prorrogação é uma outra solução para evitar o calote, mas, ao contrário da falta, pedir um alargamento do prazo é uma medida para pessoas cujos problemas para pagar as parcelas do empréstimo são contínuos e não pontuais. Ao prorrogar empréstimo, ampliar o prazo, se podem pagar algumas mensalidades mais baixas. Quanto mais longo for o prazo, mais baixa será as probabilidades. Desta forma, pode-se fazer frente ao empréstimo sem problemas e sem desequilibrar a economia.


Não obstante, deve-se ter em conta que quanto mais longo for o prazo, serão geradas interesses durante mais tempo, de modo que o custo total será mais elevado. Além disso, trata-se de uma alternativa muito mais barata do que não pagar.

Imagem: StartupStockPhotos

3. Reunificar vários créditos num só


Por último, está a opção de reagrupar dívidas. Esta alternativa está pensado para as pessoas que têm vários empréstimos ou cartões de crédito, ou seja, que pagam diferentes mensalão por cada um dos empréstimos que têm em vigor. Isso faz com que a soma de todas as probabilidades clique em risco sua estabilidade financeira.


A reunificação consiste em unir todas essas dívidas em um único empréstimo, com uma única taxa. Em geral, ao reagrupar créditos escolhe um prazo mais longo, por isso que a mensalidade resultante é mais baixa do que a soma de todas as juntas, permitindo às pessoas que pagar uma taxa a mais adequada ao seu nível financeiro.


Para solicitar uma reunificação existem várias opções, a que é possível aceder de acordo com a situação em que se encontre a pessoa. A mais comum é recorrer à entidade onde se tenha o empréstimo de maior valor para pedir que ampliam o capital para pagar o restante da dívida, cancelar e ficar com um único crédito. A outra alternativa, a que recorrer quando todos os créditos que se têm, são de grandes quantidades, é um empréstimo com finalidade específica de reagrupar, mas há que ter presente que esta opção pode ser mais cara do que a do banco.


Como se vê, se se está perante uma situação complicado sobre o poder de seguir com os créditos do empréstimo, há várias opções. Quase todas as entidades está aberto a negociar um novo plano de pagamentos para evitar o calote. É importante fazer isso antes de incorrer em ele; assim o poder de negociação da pessoa será maior e são evitados juros de mora e multas.